Soluções inovadoras para postos de comando estão conquistando o setor industrial brasileiro
A Divisão Industrial do Grupo C+ Tecnologia, empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a indústria e os transportes, apresenta a linha de postos de comando com soluções ergonômicas que garantem aos operadores de máquinas industriais o ambiente necessário para trabalhar nas condições ideais de conforto garantindo uma melhor performance em sua operação.
Em um cenário que se desenha bastante promissor, o Grupo C+ Tecnologia reúne em sua carteira gigantes dos setores de mineração, siderurgia, petrolífero, como Grupo Usiminas, Grupo Gerdau, Grupo Arcelor Mittal, Villares Metals, CSN, Vale, MRN, Alunorte, entre outras.
Um dos contratos significativos firmados pelo Grupo C+ Tecnologia foi com a Petrobrás, para o fornecimento de novas cabines para operação de guindastes equipadas com postos de comando para as plataformas marítimas P3, P4, P5 e P6. Outra aplicação considerada promissora envolve equipar as gruas utilizadas na construção civil com postos de comando customizados, cujas condições de trabalho necessitam de equipamentos de apoio de extrema qualidade e desempenho.
Soluções ergonômicas com excelente custo-benefício
Um dos grandes diferenciais do Grupo C+ Tecnologia é a expertise no desenvolvimento e customização de soluções ergonômicas para postos de trabalho, como cabines de comando, compatíveis com a NR 17, Norma Regulamentadora brasileira que estabelece parâmetros de adaptação das condições de trabalho às características psico-fisiológicas dos trabalhadores.
Segundo Marcelo Moraes, gerente de vendas do Grupo C+ Tecnologia, as soluções são projetadas sob medida para atender às características físicas de cada operador. “Realizamos estudos que levam em conta as necessidades e a variedade de biotipos dos trabalhadores, além das condições do ambiente de trabalho”, explica. Dessa forma, ressalta, este tipo de investimento garante a redução de afastamento por motivos de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT), além de propiciar melhor eficiência na operação com máximo de conforto.
Moraes explica que os trabalhadores lidam no dia-a-dia com máquinas de grande valor em um ambiente, em geral, bastante hostil e com uma jornada de trabalho que dura, em média, oito horas por dia. Nessas condições estão, por exemplo, operadores de pontes rolantes na siderurgia, de carregadoras e descarregadoras de containeres em navios nos portos, máquinas de pátio na área de mineração e guindastes de uma forma geral.
As empresas estão começando a investir em qualidade para proporcionar mais conforto e segurança aos seus profissionais. Em condições ergonômicas favoráveis, o operador tende a aumentar a produtividade, ficando menos exposto a acidentes de trabalho e, portanto, com menor risco de afastamento. “A reposição de um profissional é bastante complicada. Um operador precisa de, pelo menos, dois anos de treinamento para operar uma ponte rolante na área de siderurgia”, lembra Moraes.